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Dúvidas Frequentes: Tratamentos

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Ortodontia (Aparelhos Ortodônticos)

Não há limite de idade para o tratamento ortodôntico. Ele pode levar um pouco mais de tempo em idosos do que em crianças e jovens e adultos, porém os resultados melhoram a estética do sorriso e corrigem problemas funcionais da mastigação. O segundo questionamento mais feito nas consultas ao ortodontista mostra o quanto a busca por um sorriso alinhado vem crescendo em todas as faixas etárias. Hoje em dia, adultos estão cada vez mais preocupados em recuperar o tempo perdido. Justamente por isso, é importante reforçar que sempre há tempo de corrigir os dentes. Não existe limite de idade para iniciar um tratamento ortodôntico. Basta que a saúde periodontal esteja boa, sem perda de tecido de sustentação dos dentes, ou seja, os ossos e ligamentos.

O próprio paciente tem a noção de que seus dentes talvez não estejam bem alinhados, bem posicionados, e de que isso compromete o seu sorriso. Diante disso, uma avaliação mais precisa cabe a um especialista em ortodontia. Ele pode avaliar desde tempo de erupção dos dentes, se há falta de espaço ou espaço excessivo para todos os dentes, se há alguma deficiência de crescimento dos ossos da face, se a presença de hábitos causara algum dano futuro. Ele também avaliará se a mordida está correta e até mesmo se a articulação temporo mandibular esta saudável.

– Melhor distribuição mastigatória, diminuindo o desgaste dos dentes;
– Um sorriso mais estético e alinhado;
– Melhora da autoestima;
– Maior e melhor habilidade para higienização bucal;
– Fechamento de espaços, ou abertura de espaços entre os dentes, para a colocação de implantes dentários.

Sim, dentes com coroas podem ser movimentados como qualquer outro dente. Devido ao fato das pontes fixas serem uma peça única soldada, talvez seja necessário seccionar a ponte ou até mesmo removê-la.

Sim. Porém apenas dentes podem ser movimentados. Uma vez que os implantes são colocados, eles não se movimentam. Por isso é importante consultar inicialmente um ortodontista para avaliar a correta posição dos dentes, para então realizar a movimentação desejada e finalmente a colocação dos implantes dentários.

O tratamento ortodôntico é muito comum nesses casos, nos quais é necessária a colocação do implante, no entanto houve diminuição do espaço devido à perda de outros dentes adjacentes e uma migração, isto é, os dentes vizinhos movimentaram-se, fechando o espaço para a colocação do implante e a prótese sob implante.   O tratamento ortodôntico, através do aparelho dentário, pode recuperar facilmente o espaço perdido, e então é feita a colocação da prótese sob implante.

Nunca é tarde demais. Dentes saudáveis podem ser corrigidos em qualquer idade. O tratamento ortodôntico pode restaurá-los a uma boa função. Dentes que trabalham melhor também têm uma aparência melhor. Um sorriso saudável e bonito pode melhorar a autoestima em qualquer idade.

A gravidez traz grandes mudanças em seu corpo que podem afetar a sua saúde bucal. Tecidos moles, como a gengiva, tornam-se mais susceptíveis a infecções. Em geral, não há grandes contra indicações, porém uma avaliação criteriosa do seu médico é necessária antes de iniciar o tratamento.

As doenças de gengiva, como a gengivite e a periodontite, devem ser cuidadosamente avaliadas antes de iniciar o tratamento ortodôntico. Os dentes não devem ser movimentados na presença da doença periodontal, porque ocasionar uma exacerbação da doença, levando a perda de suporte para o dente. Uma vez controlada a doença, pode-se movimentar os dentes.

O tempo de tratamento varia de acordo com cada caso, porém um tempo médio é de um a três anos. O tempo necessário de tratamento varia de acordo com o a severidade do caso, principalmente naqueles que tem envolvimento de cirurgia ortognática. Outro fator importante é a cooperação do paciente, uma boa higiene oral e manter as consultas em dia ajudam a manter o tempo de tratamento dentro do cronograma.

Um dos objetivos do tratamento ortodôntico é a correção do apinhamento dos dentes.  Dentes apinhados e mal posicionados dificultam o escoamento natural do alimento, provocando uma maior acumulo de resíduos alimentares. Além disso dentes mal posicionados dificultam uma correta higienização, impossibilitando a remoção adequada da placa bacteriana e restos alimentares, que por sua vez podem ocasionar a carie dentária, a doença periodontal, perda óssea e outros problemas dentários. Dentes alinhados e bem posicionados além de reterem menos alimentos, são mais fáceis de se manterem limpos e bem higienizados, promovendo maior saúde e longevidade.

Problemas de mordida torta ou mal equilibrada podem ocorrer quando os dentes da maxila (arcada superior) não se adaptam adequadamente com os dentes da mandíbula (arcada inferior). Problemas de mordida não corrigidos podem causar dor, desgaste prematura dos dentes, perda óssea, dificuldade de mastigação, entre outros.

ATM é a abreviação de articulação temporo mandibular. Por definição, é onde a mandíbula (arcada inferior) está em contato com os ossos temporais na base do crânio. A ATM pode ser irritada ou danificada pelas posições forçadas sobre ela devido à ação muscular, trauma ou dentes mal posicionados, causando uma disfunção tempo mandibular (DTM).

Os sintomas da disfunção temporo mandibular são muito similares a de outras doenças, por isso uma avaliação acurada é necessária. Dores de cabeça que ocorrem de um lado da face apenas, dores de cabeça na região na região temporal (entre as sobrancelhas e os ouvidos) e dores de ouvido, dificuldade ou dor para abertura da boca, entre outros. Alguns sinais são: barulhos e estalos na região da articulação durante os movimentos de abertura e lateralidade, apertamento dos dentes, bruxismo, entre outros.

– Traumas diretos e indiretos
– Bruxismo
– Apertamento
– Má oclusão (mordida torta) e dentes mal posicionados
– Ação muscular intensa ou desequilibrada

Os tipos de tratamento incluem placas para relaxamento muscular, aparelho ortodôntico, desgaste seletivo (remoção de contatos excessivos e mal equilibrados entre os dentes) e em pouquíssimos casos cirurgia. Devido ao fato das causas da DTM ser multifatorial, acreditamos na integração de outras especialidades como prótese dentária, fonoaudiologia, fisioterapia, e até a psicologia.

O tratamento ortodôntico em adultos e até mesmo em idosos é possível e tem apresentado resultados excepcionais. Em algumas situações, há necessidade do uso de ancoragem esquelética com mini implantes e mini placas e/ou da participação de outras áreas da Odontologia – cirurgia, prótese, e periodontia são as mais comuns – mas a recuperação estética e funcional dos dentes e da face faz com que a terapia ortodôntica realmente valha a pena.

Aparelhos ortodônticos são recursos que auxiliam o especialista a obter a correção dos dentes e das arcadas. Eles podem ser de muitos tipos, e o profissional deve conhecê-los e dominar seu uso, explicando para o paciente qual a melhor indicação para cada caso, ou seja, cada um tem sua indicação.

Hoje, os mecanismos ortodônticos são extremamente avançados e eficientes e por isso a dor é muito pequena. As fases iniciais podem causar um pequeno desconforto, que dura apenas poucos dias. A rotina e o dia-a-dia do paciente que usa aparelhos ortodônticos contemporâneos sofre um pequena alteração muito mais devido à dificuldade de higienização do aparelho, do que devido a dor.

Sim pois alguns alimentos podem provocar a quebra do aparelho e, como consequência, há o desconforto e um aumento do tempo de tratamento pois o planejamento biomecânico da manutenção não será alcançado. Abaixo, temos alguns exemplos:
– Alimentos duros proibidos: balas duras, pipoca, nozes e castanhas, gelo e cana-de-açúcar;
– Alimentos pegajosos proibidos: chicletes, balas e caramelos;
– Frutas e vegetais como maçãs e cenouras devem ser cortados em pequenos pedaços ou cozidos;
– Evite o hábito de morder objetos duros como canetas, lápis e unha.

Endodontia (Canal)

O tratamento endodôntico consiste na retirada da polpa do dente, que é um tecido formado por nervos e vasos sanguíneos, encontrado na parte interna do dente. Uma vez que a polpa foi danificada, infeccionada ou morta é removida e o espaço resultante deve ser limpo, ampliado e preenchido, o que possibilitará a manutenção do dente e de suas funções.

O tratamento muitas vezes é indolor, uma vez que o profissional deve estar bem preparado e utilizar técnicas que possam trazer conforto e confiança para o paciente. O uso de medicamentos sistêmicos pode ser usado em casos mais severos, servindo de coadjuvantes no combate aos quadros mais severos.

O tratamento é indicado em basicamente três situações:
1 – Dor espontânea, isto é, o dente começa a doer sem estímulos, de forma latejante, em uma região não muito bem localizada. A polpa, ainda viva, apresenta-se inflamada em decorrência de cárie profunda, traumas e retrações gengivais.
2 – Em casos de necrose (morte da polpa), o dente pode ou não apresentar dor. Em caso afirmativo, a dor é geralmente localizada, havendo a sensação de “dente crescido” e dor ao mastigar.
3 – Em caso de fratura de dente onde se atinge a polpa.

Não. A dor pode ser uma resposta a estímulos como frio ou calor intensos, doce e salgado. Esses sintomas podem ser observados em dentes cariados, ou com retração gengival ou ainda em dentes com carga mastigatória intensa. Nesses casos, removendo-se a causa cessa a sensibilidade.

Não. O dente que recebe tratamento de canal não deve ser considerado morto, pois embora não tenha mais estrutura viva (polpa) em seu interior, o dente é envolvido em toda e extensão da raiz por um elemento vivo (membrana periodontal), permitindo ao dente, executar suas funções normais sem nenhum prejuízo.

Ao contrário do que muitos imaginam, o que causa o enfraquecimento dos dentes não é o tratamento endodôntico, mas a grande perda de estrutura dental causada geralmente pela cárie que, por sua vez, leva o dente a necessitar do tratamento de canal.

Em casos de polpa viva (ausência de infecção) é possível realizar o tratamento em uma única sessão. Já em casos de necrose, o processo infeccioso já está instalado, sendo necessário pelo menos duas seções para realizar o tratamento. Porém, o objetivo maior do tratamento endodôntico é a completa limpeza e modelagem dos canais, estabelecendo um controle ou prevenção da infecção e uma eficiente obturação.

Não. Muitas vezes o paciente já sai do consultório com um pino cimentado, juntamente com um provisório instalado ou com a entrada dos canais blindadas com resina composta e uma restauração provisória no dente. Porém o paciente precisa estar ciente que o dente ainda precisa ser restaurado adequadamente num prazo máximo de 30 dias, evitando assim, infiltrações, escurecimento e até fraturas.

O paciente poderá sentir dores mais intensas e desenvolver uma lesão na região apical, podendo causar consequências mais graves como abcesso e disseminação da infecção para outras partes do organismo (bacteremia).

Não é comum, mas caso ocorra este desconforto pode durar horas ou alguns dias, sendo às vezes necessário o uso de medicamentos, que serão prescritos oportunamente.

O insucesso do tratamento endodôntico pode ser resultado de falhas técnicas durante o tratamento do canal ou por uma restauração com infiltrações ou desadaptadas. Por outro lado, mesmo que o tratamento tenha elevados índices de sucesso, ainda é um procedimento biológico, ou seja, depende de outros fatores inerentes ao organismo do paciente (estado de saúde do paciente, anatomia interna do dente, número e grau de virulência dos microrganismos, resistência sistêmica do paciente).

Não. O escurecimento pode ocorrer por causa da presença de materiais utilizados na obturação do canal na câmara pulpar, ou pela necrose do dente onde pigmentos gerados pela decomposição da polpa entram em contato com a camada externa da dentina escurecendo o dente, ou em caso de hemorragia pulpar onde a hemoglobina do sangue irá se degradar formando sulfeto de ferro, que oxida no interior da dentina, manchando-a.

Periodontia

O periodontista é um dentista especializado na prevenção, diagnóstico e tratamento da doença periodontal, e em fazer enxertos gengivais. Periodontistas também são especialistas no tratamento de inflamação oral. Periodontistas recebem treinamento extensivo nestas áreas, incluindo dois anos adicionais de educação além da graduação de ensino superior. Eles estão familiarizados com as últimas técnicas para o diagnóstico e tratamento da doença periodontal, não cirúrgico e cirúrgico, e também são treinados na realização de procedimentos periodontais cosméticos.

Periodontistas muitas vezes tratam casos mais problemáticos, como doença gengival grave ou história clínica complexa. Periodontistas oferecem grande variedade de tratamentos, como raspagem e alisamento radicular (em que a superfície da raiz é limpa e descontaminada) ou desbridamento superfície da raiz (em que o tecido danificado é removido). Podem também tratar pacientes com problemas graves de gengiva utilizando uma variedade de procedimentos cirúrgicos. Além disso, os periodontistas são especialmente treinados na colocação e reparação de implantes dentários.

A maioria dos periodontistas passam a maior parte do seu tempo diagnosticando e tratando de doenças da gengiva, mas há uma variedade de outros procedimentos que são capazes de realizar. Colocar implantes dentários é uma delas, quando os dentes naturais não podem ser salvos. Eles também monitoram os implantes para se certificar de que estão fazendo corretamente o seu trabalho, se seus tecidos circundantes estão inflamados ou com perda de osso. Periodontistas podem também corrigir recessão gengival e cobrir superfícies de raízes expostas, que podem estar sensíveis ao calor e ao frio. Estes procedimentos são usados para estabelecer as bases para procedimentos estéticos adicionais, ajudando a criar um belo sorriso. Finalmente, periodontia pode ser fundamental no planejamento de seu cuidado oral, junto com seu dentista clínico geral ou outro profissional da área odontológica.

Durante a primeira visita, o periodontista faz uma anamnese (entrevista) completa dos históricos médicos e odontológicos do paciente. É extremamente importante para o periodontista saber se qualquer medicação está sendo tomada. Também é preciso saber se o paciente está sendo tratado de qualquer condição que pode afetar o cuidado periodontal, tais como doenças cardíacas, diabetes, ou gravidez. O periodontista examina as gengivas, verifica para ver se há alguma linha de recessão gengival, avalia a forma como os dentes se encaixam ao morder, e verifica os dentes para ver se algum deles estão com mobilidade. O periodontista também terá um instrumento de medida pequeno chamado sonda periodontal e a utiliza entre os dentes e gengivas, para determinar a profundidade destes espaços, conhecidos como sulcos gengivais e bolsas periodontais, o que ajuda a periodontista avaliar a saúde das gengivas. Pode também ser feitos raios-X para observar a saúde do osso abaixo da linha das gengivas.

A gengivite é a forma mais suave da doença periodontal. Isso faz com que a gengiva se torne vermelha, inchada e sangre com facilidade. Há geralmente pouco ou nenhum desconforto nesta fase. A gengivite é frequentemente causada por higiene oral inadequada. A gengivite é reversível com tratamento profissional e adequada higienização oral por parte do paciente. Fatores que podem contribuir para a gengivite incluem, diabetes, tabagismo, o envelhecimento, a predisposição genética, doenças e condições sistêmicas, estresse, alimentação inadequada, a puberdade, as flutuações hormonais, gravidez, abuso de drogas, a infecção pelo HIV, e certo o uso de medicação.

Há muitas formas de periodontite. Os mais comuns incluem o seguinte.
– Periodontite agressiva. Ocorre em indivíduos sem outros problemas de saúde. Apresenta sinais clínicos característicos como progressão rápida, perda do suporte periodontal; acomete principalmente em indivíduos jovens e com histórico familiar.
– Periodontite crônica. Resultados na inflamação dentro dos tecidos de suporte dos dentes, da fixação progressiva e perda de massa óssea. Esta é a forma que ocorre mais frequentemente de periodontite e é caracterizada pela formação de bolso e / ou recessão das gengivas. É prevalente em adultos, mas pode ocorrer em qualquer idade. A progressão da perda de inserção geralmente ocorre lentamente, mas os períodos de rápida progressão pode ocorrer.
– Periodontite como manifestação de doenças sistêmicas. Muitas vezes começa em uma idade jovem. Condições sistêmicas, como doenças cardíacas, doenças respiratórias e diabetes estão associados a esta forma de periodontite.
– Doença periodontal necrosante. É uma infecção caracterizada por necrose dos tecidos gengivais, ligamento periodontal e osso alveolar. Estas lesões são mais comumente observado em indivíduos com doenças sistêmicas, como a infecção pelo HIV, desnutrição e imunossupressão.

As pesquisas mostram que a doença periodontal pode aumentar o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Tanto a doença periodontal e doenças cardiovasculares são doenças inflamatórias crônicas. Por isso os pesquisadores acreditam que a inflamação pode explicar a associação entre os dois. Doença periodontal não tratada pode aumentar a inflamação no corpo, o que pode aumentar o risco de desenvolvimento de complicações de saúde mais graves, incluindo a doença cardiovascular. No entanto, mais pesquisas são necessárias para determinar a relação exata entre as duas condições.

A placa é a película pegajosa e incolor que constantemente se forma sobre os dentes. As bactérias vivem em placas e secretam ácidos que causam irritação ao tecido gengival. Esta irritação provoca uma reação inflamatória que pode eventualmente levar à gengivite e doença periodontal. Se a placa não for removida regularmente por escovação e uso do fio dental, ela endurece e cria o cálculo (ou tártaro). Cálculo não pode ser removido com uma escova de dentes; apenas um dentista pode removê-lo durante uma limpeza oral. Para manter a placa bacteriana e cálculo sob controle, é essencial para escovar os dentes duas vezes por dia, usar fio dental pelo menos uma vez por dia, e visitar seu dentista para limpezas regulares. É seu dentista, periodontista ou sua assistente que irão orientar sobre as formas de remoção da placa bacteriana.

A doença periodontal é muitas vezes silenciosa: sintomas – especialmente dor – podem não aparecer até um estágio avançado da doença. No entanto, você ainda deve estar atento para os sinais e sintomas, que incluem:
– Gengivas vermelhas, inchadas ou sensíveis;
– Sangramento durante a escovação, uso do fio dental, ou quando comer certos alimentos;
– Dentes com mobilidade ou separados;
– Pus entre os dentes e gengivas;
– Feridas na boca;
– Persistente mau hálito;
– A mudança na forma como seus dentes se encaixam quando você morde;
Se você tiver algum destes sintomas, não deixe de contatar o seu dentista ou periodontista imediatamente!

De acordo com a American Academy of Periodontology, o tratamento antibióticos podem ser usados como um complemento para raspagem e alisamento radicular. Cada pessoa tem necessidades diferentes com base na sua situação particular, por isso não deixe de conversar com seu dentista sobre o uso desses antibióticos como parte de seu curso de tratamento, ele ou ela irá determinar se eles vão servir para você.

A doença periodontal mais grave é raramente encontrada em crianças, e só às vezes em adolescentes. Quando ocorre, aparece sob forma branda de gengivite. Porém as crianças devem aprender a importância de manter dentes e gengivas saudáveis para prevenir a doença periodontal no futuro. As crianças devem escovar os dentes duas vezes por dia e aprender a usar o fio dental corretamente. Se elas aprendem a usar o fio dental cedo, estarão mais propensas a torná-lo um hábito de vida. Estes dois atos simples ajudarão a proteger os dentes e gengivas. Os pais devem estar cientes dos sinais da doença periodontal: gengivas vermelhas, inchadas, sangramento ou mau hálito que não passam. Se o seu filho apresentar algum destes sintomas, informe seu dentista imediatamente. Também é crucial que seu dentista conheça seu histórico familiar.

A melhor maneira de prevenir a doença periodontal é cuidar bem dos seus dentes e gengivas em casa. Isto inclui escovar os dentes após cada refeição e antes de dormir, usar fio dental pelo menos uma vez por dia, e visitar seu dentista ou periodontista para exames regulares duas vezes por ano. Passar alguns minutos por dia em medidas preventivas pode poupar tempo e dinheiro de tratamento da doença periodontal.

A investigação tem sugerido que há uma ligação entre diabetes e doenças da gengiva . As pessoas com diabetes são mais propensos a ter problemas periodontais, possivelmente porque as pessoas com diabetes são mais suscetíveis a contrair infecções. De fato, a doença periodontal é frequentemente considerada uma das principais complicações da diabetes. Curiosamente, a relação entre as duas condições vai nos dois sentidos, exatamente como diabetes pode aumentar a chance de uma pessoa desenvolver a doença periodontal, a pesquisa sugere que a higiene periodontal eficiente e eficaz pode afetar positivamente os níveis de açúcar no sangue.

Exames regulares são muito importantes para manter o controle do presente estado da sua doença e qualquer progressão da doença ao longo do tempo. Seu periodontista irá trabalhar com você para criar um cronograma de manutenção, dependendo de quão avançada a sua doença periodontal é naquele momento. Com base em muitos fatores variáveis, como sua saúde geral, a gravidade da perda óssea e fatores de risco, tais como tabagismo e genética, o seu periodontista irá adequar constantemente seus cuidados para que a sua doença periodontal não progredir. Ele ou ela pode recomendar exames a cada seis meses para a doença periodontal leve, ou a cada poucos meses para estágios mais avançados.

A pesquisa mostrou que a doença periodontal é causada pela reação inflamatória a bactérias sob as gengivas, a doença periodontal de forma tecnicamente não pode ser contagiosa. No entanto, as bactérias que causam a reação inflamatória pode ser transmitida através da saliva. Isto significa que se um dos membros de sua família tem a doença periodontal, é melhor evitar o contato com a saliva não compartilhando talheres ou equipamentos de saúde oral. Se você perceber que o seu cônjuge ou um membro da família tem os sinais de um possível problema periodontal (sangramento, gengivas vermelhas e inchadas, ou mau hálito), você deveria sugerir que eles visitem o periodontista para um exame. Ela pode ajudar a proteger a saúde bucal de toda a família.

Sim, pode haver uma maneira de melhorar o seu sorriso. É uma boa idéia para discutir suas opções com um periodontista primeiro. Ele ou ela pode explicar a melhor maneira de criar o sorriso que você deseja, bem como responder a quaisquer perguntas que você possa ter. Por exemplo, um procedimento que pode remover o excesso de tecido da gengiva é chamada alongamento da coroa. Depois que o excesso de tecido gengival é removido, a linha da gengiva é então reformulado, a fim de criar a proporção certa entre o tecido da gengiva e superfície do dente. Seu dentista geral e periodontista também podem trabalhar em conjunto para coordenar tratamentos adicionais, como facetas ou coroas. No entanto, o seu periodontista e dentista geral irá recomendar o melhor procedimento para melhorar o seu sorriso.

Existem várias consequências negativas da falta de alguns ou todos os seus dentes. Em primeiro lugar, falta de dentes vai afetar a estética do seu rosto. Não só o seu sorriso ser afetados pelas falhas de dentes perdidos. Se você está perdendo muitos dentes, a pele ao redor da boca não será apoiada corretamente e vai começar a cair, tornando a aparência mais envelhecida. Além disso, a falta de dentes vai tornar mais difícil mastigar alimentos e pode até afetar a fala. Finalmente, faltando mesmo um dente pode ter consequências emocionais, muitas pessoas se sentem menos confiantes sobre seu sorriso quando eles estão perdendo os dentes. Se você está em falta qualquer um dos seus dentes, considere substituí-los por implantes dentários. Eles tem a aparência e sensação dos dentes naturais. Para mais informações sobre implantes, fale com o seu periodontista.

Implantodontia

A cirurgia de implantes normalmente tem um pós-operatório muito bom, sendo que na maioria dos casos, o paciente deverá ficar afastado de suas atividades de 1 a 3 dias. A recomendação de repouso após a cirurgia, evitando esforços físicos, exposições ao sol e movimentos bruscos, além de seguir as recomendações do especialista, colabora para uma pronta recuperação.

A cirurgia de implantes costuma ter um pós-operatório com mínimo desconforto. Procure seguir as recomendações do especialista e utilize a medicação conforme prescrição.

O tratamento com implantes ósseo integrados já é utilizado há mais de 45 anos e os resultados em longo prazo possuem altos índices de sucesso. Para que o resultado possa ser mantido, é fundamental a realização da higiene bucal diariamente e de maneira adequado, além de retornos periódicos ao especialista.

O tempo gasto durante o procedimento cirúrgico de implantes varia de acordo com a complexidade do caso. Usualmente são procedimentos pouco demorados, sendo que a cirurgia para colocação de um implante demora menos de 30 minutos.

Sim. Uma das grandes vantagens do tratamento com implantes é a possibilidade de realização de próteses com alto nível estético e funcional. Um tratamento realizado com sucesso deverá devolver a aparência normal à dentição.

Sim. Após a conclusão do tratamento, não haverá limitações alimentares. Alimentos excessivamente duros deverão ser evitados.

Não existe um limite de idade para a realização dos implantes. Desde que o paciente esteja saudável e apresente estrutura óssea adequada, poderá se submeter à cirurgia. Todos os pacientes deverão ser avaliados previamente pelo especialista e exames complementares podem ser necessários para o correto diagnóstico e plano de tratamento.

O custo depende da complexidade de cada caso, da quantidade de implantes instalados na cirurgia e na escolha dos materiais utilizados na confecção da prótese. O tratamento com implantes tem sido muito difundido atualmente por seu alto grau de sucesso, tornando-se cada vez mais acessível financeiramente. Consulte nossa clínica para um perfeito diagnóstico e planejamento financeiro de seu caso.

Sim. Os implantes atuais apresentam inovações que permitem altos índices de sucesso clínico em pacientes fumantes. Entretanto, caso possível, sugere-se evitar ou diminuir ao máximo o consumo de cigarros no período pós-operatório.

Sim, mas as pacientes com histórico de problemas no coração precisam ser avaliados previamente pelo cardiologista que o acompanha, que deverá estar ciente e autorizar o procedimento cirúrgico, para total segurança do paciente. O especialista em implantes e o cardiologista deverão definir juntos o momento adequado para a realização da cirurgia, assim como cuidar da medicação a ser utilizada.

As crianças podem fazer implantes após terem concluído o seu ciclo de crescimento. Uma avaliação radiográfica das mãos do paciente poderá indicar com precisão a idade óssea e se o mesmo já pode realizar procedimentos cirúrgicos com implantes.

Sim, desde que o diabetes esteja controlado pelo endocrinologista no momento da cirurgia. O diabetes aumenta o risco de infecção pós-operatória, assim como pode retardar a cicatrização. Também neste caso, a cooperação entre o especialista em implantes e o médico que acompanha o paciente será fundamental para o sucesso do tratamento.

Na maioria das vezes. Antes da cirurgia de colocação dos implantes é feito um molde para o estudo do caso e a definição pela melhor técnica a ser empregada para cada caso. Em alguns casos é realizada a prótese sobre o implante imediatamente após a cirurgia (carga imediata) devolvendo a estética e a função. Para os casos onde não é possível utilizar este tipo de técnica, dentes provisórios fixos ou removíveis podem ser utilizados.

Próteses

Os dentes, para funcionarem bem, precisam estar em equilíbrio nos arcos dentários superior e inferior, sempre submetidos a um sistema de forças oriundas dos músculos mastigadores, lábios, bochechas e língua. A perda de um só dente desequilibra esse sistema de forças, e os dentes movimentam-se migrando para compensar a perda. E espaços são criados, desníveis acontecem e a mastigação e a estética sofrem. Os dentes precisam ser recolocados porque eles fazem parte de um todo: o sistema mastigatório.

Sempre que possível, deve-se evitar o tratamento de canal. Porém, em algumas situações, é necessário o tratamento para que seja instalado um pino metálico ou pino estético, a fim de aumentar a resistência do dente e até mesmo corrigir o mal posicionamento do dente.

A durabilidade dependerá, por parte do profissional, da acertada indicação, execução e escolha do material e, principalmente, por parte do paciente, através dos cuidados com a higienização e a utilização dessa prótese. Não existem prazos definidos de longevidade, por esta depender de inúmeros fatores.

Problemas periodontais (de gengiva) podem provocar este desconforto; falta de escovação e carência do uso do fio dental; acúmulo de alimentos; trauma durante a higienização com o fio ou com a escova dental; anatomia incorreta do dente ou a coroa pode estar desadaptada. Sempre é necessário fazer uma avaliação com seu dentista.

As próteses removíveis devem ser removidas após as refeições para a higienização delas e dos dentes remanescentes. Já as próteses fixas e coroas devem ser higienizadas como o dente natural. O seu dentista é a melhor pessoa para instruí-lo sobre escovação, uso de fio dental e enxaguatório bucal, se preciso.

Não. Esta inflamação pode ser provocada por problemas periodontais, falta de higienização, acúmulo de alimentos, desadaptação ou sobre contorno da coroa. Em casos de gengiva inflamada, o paciente deve consultar o seu dentista para fazer uma avaliação minuciosa.

A avaliação deverá ser feita a cada seis meses ou um ano, conforme o caso de cada paciente. Pacientes com dificuldade de higienização, com problemas periodontais deverão comparecer com maior frequência ao consultório odontológico.

A cada 5 anos, o paciente deverá procurar o seu cirurgião-dentista, para uma análise criteriosa e para confecção de nova dentadura. Estética, harmonia facial, desgaste dos dentes, envelhecimento precoce, falta de retenção, reabsorção óssea, dores em algumas áreas são alguns itens importantes para indicação ou não de uma nova prótese.

A prótese inferior leva 4 vezes mais tempo que a superior. Quanto mais tempo você empregar na mastigação, melhor será a adaptação. Não coma porções grandes de alimentos no princípio. Divida os alimentos em pequenas porções. No início poderá ocorrer um desconforto com pontos dolorosos ou “calos”, onde seu dentista, fará o alívio necessário, nas consultas de controle após instalação da prótese.

Quase sempre elas irão provocar pequenas ulcerações na sua gengiva. É muito difícil fazer dentaduras que não traumatizem a fibromucosa, provocando dores. Quase sempre é necessário realizar controles posteriores, desgastes, ajustes oclusais etc. Lembre-se que as dentaduras são duras, rígidas e o tecido da gengiva é muito delicado e sensível.

O estresse e a ansiedade geram a descarga em nosso corpo de substâncias que atuam como estimulantes para tensão muscular, ativação do sistema nervoso e do sistema de secreção (endócrino), o que leva o indivíduo a ter certas reações que, em períodos de relaxamento, ele não vivencia. O apertamento dos dentes é muito comum nessa condição de estresse e é uma das causas mais frequentes de dores musculares na face e na articulação.